|
|
||||
|
|
![]() |
|||
| Links: |
|
|||
|
O Piano |
||||
| Inicial | ||||
|
Desejando encorajar o progresso de seu
jovem filho ao piano, uma mãe levou seu pequeno filho a um concerto de Paderewski. Depois de sentarem, a mãe viu uma amiga na platéia e foi até ela para saudá-la. Tomando a oportunidade para explorar as maravilhas do teatro, o pequeno menino se levantou e eventualmente suas explorações o levaram a uma porta onde estava escrito: "PROIBIDA A ENTRADA". Quando as luzes abaixaram e o concerto estava prestes a começar, a mãe retornou ao seu lugar e descobriu que seu filho não estava lá. De repente, as cortinas se abriram e as luzes caíram sobre um impressionante piano Steinway no centro do palco. Horrorizada, a mãe viu seu filho sentado ao teclado, inocentemente catando as notas de "Cai, cai, balão". Naquele momento, o grande mestre de piano fez sua entrada, rapidamente foi ao piano, e sussurrou no ouvido do menino: - Não pare, continue tocando . Então, debruçando, Paderewski estendeu sua mão esquerda e começou a preencher a parte do baixo. Logo, colocou sua mão direita ao redor do menino e acrescentou um belo acompanhamento de melodia. Juntos, o velho mestre e o jovem noviço transformaram uma situação embaraçosa em uma experiência maravilhosamente criativa. O público estava perplexo. É assim que as coisas são com Deus. O que podemos conseguir por conta própria mal vale mencionar. Fazemos o melhor possível, mas os resultados não são exatamente como uma música graciosamente fluida. Mas, com as mãos do Mestre, as obras de nossas vidas verdadeiramente podem ser lindas. Na próxima vez que você se determinar a realizar grandes feitos, ouça atentamente. Você pode ouvir a voz do Mestre, sussurrando em seu ouvido: - Não pare, continue tocando. Sinta seus braços amorosos ao seu redor. Saiba que suas fortes mãos estão tocando o concerto de sua vida. Lembre-se, Deus não chama aqueles que são equipados. Ele equipa aqueles que são chamados. E Ele sempre estará lá para amar e guiar você a grandes coisas. |
||||
| Jornal Rota 99 | ||||
| Multimídia | ||||
| Seminário | ||||
| Simpósio | ||||
| História da Aviação | ||||
| História de Frutal | ||||
| Fatos históricos | ||||
| Mapas Antigos | ||||
| Curiosidades | ||||
| Humor | ||||
| Piadas | ||||
| Fotos de Frutal | ||||
| Pássaros do Brasil | ||||
| Culinária | ||||
| Nossos Programas: | ||||
| Expresso Noturna | ||||
| PG Lu Ferreira | ||||
| PG Alaide Rodrigues | ||||
| Quando a Vovó j Biroca | ||||
| Outros Sites: |
Eu queria mostrar a roda da vida, pode entrar no coração das crianças. Viver de Alguma forma! Retornar àquele estado de espírito, àquele tempo no qual tudo era brincar, no qual não existia frio ou calor, no qual éramos criança, brincava como tal. Mas, quando um dia me tornei homem, deixei de lado toda a criancice, observei, ouvi aprendi. |
|||
| Velocímetro | ||||
| Jogos Grátis | ||||
| Tradutor de Palavras | ||||
| Baixe Programas P/PC | ||||
|
Não
Seja ingrato! Não
fira seus amigos, aqueles que muitas vezes se sacrificaram para dar-lhe
momentos de alegria. Não negue seu carinho àqueles que desvelaram para
proporcionar-lhe momentos de Felicidades. |
||||
| Links Sociais: | ||||
| Mst | ||||
| Fome Zero |
Pintor |
|||
|
Um
Homem havia pintado um lindo quadro e, no dia de apresentá-lo ao público, convidou todo mundo para vê-lo. Compareceram as autoridades locais, fotógrafos, jornalistas, e muita gente, pois o pintor tinha fama de grande artista. Chegado o momento, tirou-se o pano que cobria o quadro. Houve caloroso aplauso. Era uma impressionante figura de Jesus batendo à porta de uma casa. O Cristo parecia vivo. Com suas mãos de dedos longos batia suavemente e, com os ouvidos junto à porta, parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia. Houve discursos e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte. Um observador curioso, porém, achou uma falha no quadro: a porta não tinha fechadura! Como se fará para abri-la? - É assim mesmo, respondeu o pintor. Esta é a porta do coração humano; só se abre do lado de dentro. |
||||
![]() |
||||
|
O Saco de Batatas |
||||
|
O
professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem dentro da bolsa. Algumas das bolsas ficaram muito pesadas. A tarefa consistia em, durante uma semana, levar para todos os lados a bolsa com batatas. Naturalmente a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo. O incômodo de carregar a bolsa, a cada momento, mostrava-lhes o tamanho do peso espiritual diário que a mágoa ocasiona, bem como o fato de que, ao colocar a atenção na bolsa, para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles. Esta é uma grande metáfora do preço que se paga, todos os dias, para manter a dor, a bronca e a negatividade. Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem! ! -se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria. Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma. |
||||
|
Motivos de Felicidade |
||||
|
Um
ancião estufava de alegria, à margem do caminho, e cantava um hino de louvor à vida. Um passante pessimista, magoado com tanto júbilo, indagou-lhe agressivo: - Por que tal felicidade? Será porque a morte já te espreita? - Não é por isso; mas por outros três motivos, respondeu o idoso. Primeiro, porque num universo onde a vida estua, só o homem pensa e eu sou um homem. Segundo, porque a dúvida que a tantos atormenta, não encontra agasalho em mim: sou um homem de fé. E, por fim, porque todos sabemos que o corpo é de breve duração e eu sou um homem que tem vivido muito. A morte, que a todos espreita em todas as idades, ainda não se recordou de mim; quando, porém, chegar, será muito bem recebida. "Não tenho razão para ser feliz? " |
||||
|
A
Pedra do Mest |
||||
|
Havia uma pedra, bela e grande. Um dia,
alguém passou por ali e vendo a pedra, pôs-se a contemplá-la. Ficou por um longo tempo olhando os contornos da pedra, as flores que a rodeavam e o sol que parecia deixá-la mais bonita. Disse para si mesmo: - Esta é a Pedra do Mestre. Posso Vê-lo sentado sobre ela a sorrir para mim. E entrou em êxtase rapidamente. Foi quando outra pessoa chegou e lhe falou: - Estou há algum tempo a observar-te, de frente para esta pedra, e penso: o que pode levar alguém sorrir por tanto tempo a uma pedra e, sinceramente, não encontro um justo motivo que possa me convencer de que não estejas perdendo teu tempo. Ele voltou-se para o estranho que invadira seu momento com o Mestre: - Pois bem. Fico também pensando em algo: O que pode levar alguém a perder seu tempo tão precioso querendo entender algo que está somente para ser sentido. Eu olho para a pedra e vejo Deus. Eu olho para a pedra e sinto Deus. Tu olhas para a mesma pedra, mas nada vês e com tua mente julgas o que não estás sentindo. Para tornar-te um sábio, meu amigo, é preciso que vejas e sintas com o coração. Só assim poderás ver, mesmo numa pedra, a presença de Deus a abençoar-te. |
||||
|
A
Justiça |
||||
|
Quando
criança eu tinha a mania de me sentir sempre injustiçado. Por um ou outro motivo, não me tinham feito justiça, sem perceber que, para mim, a “injustiça” era sempre qualquer restrição feita aos meus desejos, fantasias e vontades. E invariavelmente arrebentava em lágrimas de protesto. Um dia papai me chamou e disse: - Meu filho, vamos combinar uma coisa. Você sabe que papai não gosta de ver você triste, não é? Então nós vamos fazer o seguinte: cada vez que você chorar, escreva num papel a causa, coloque o papel no vaso azul, ali, sobre a escrivaninha. Deixe passar alguns dias e leia-o. Se achar que o assunto ainda o está aborrecendo, venha a mim, conte-me o caso e eu lhe prometo que corrigirei a injustiça que tiverem feito contra você. Combinado? Estava combinado. Nos primeiros dias eu enchi o vaso azul de anotações. Passadas no preto e branco, minhas queixas me pareciam perfeitamente justificadas. Passaram-se os dias e meu pai voltou a falar comigo. - Você já pode começar a reexaminar os seus papéis. Depois venha falar comigo. Comecei. Mas, estranhamente, constatei que minhas queixas eram banais e que, na realidade, não havia naquilo nada que pudesse motivar aborrecimento. Abreviei o espaço dos dias e, depois, passei a examinar os papéis horas depois dos acontecimentos. Verifiquei que não tinha nenhuma injustiça a exigir a reclamação de papai. E parei de chorar várias vezes ao dia, como estava acostumado a fazer. Hoje compreendo que tudo foi uma brincadeira de papai. Todavia, com grande habilidade ele me levou a refletir antes de agir. E desenvolveu em mim a compreensão, o respeito do que é justiça e injustiça em face do nosso egocentrismo, exigência de privilégios e pretensões descabidas. Com isso meu espírito de tolerância ganhou uma amplitude que me tem beneficiado ao longo de toda a vida. É de grande sabedoria a atitude deste Pai, "brincando" ensinou valores morais ao filho de uma forma consciente e com um aprendizado leve. Precisamos também prestar atenção em nós, nas nossas exigências para com o outro e com as nossas pretensões muitas vezes descabidas ou exageradas, observando nossas atitudes ou ações antes agir. |
||||
|
O Velho Balonista |
||||
|
Um
Dia um Velho balonista estava na varanda de sua casa quando seu sobrinho
pegou seu balão e saiu feto doido. O Balonista sentiu que precisava dar
mais atenção a seu sobrinho. Daí teve uma idéia? Porque não ensinar para seu Sobrinho a arte de voar! Aquele velho balonista sabia a arte de voar mais não sabia compartilhar, Daí que ale teve uma idéia? Porquê não ensinar a arte de voar para seu sobrinho. Seu Sobrinho Ficou muito feliz de estar aprendendo a voar de balão assim ele passou a arte voar para seus filhos e seus netos assim foi de geração em geração. Fica Uma Reflexão: Não Seja egoísta com seus semelhantes passe a diante... |
||||
|
O Carpinteiro Honesto |
||||
|
Um dia um carpinteiro buscava madeira
cortando o galho de uma árvore ao lado de um rio e seu machado caiu dentro do rio. O infeliz carpinteiro suplica a Deus que lhe aparece e pergunta: - Por que você está chorando? . O carpinteiro responde que seu machado havia caído no rio e Deus entra no rio do qual tira um machado de ouro e pergunta: - É este seu machado? O nobre carpinteiro responde: - Não Deus, não é esse. Deus entra novamente no rio e desta vez tira um machado de prata: - E este é seu? - Também não... responde o carpinteiro. Deus volta ao rio e tira um machado de madeira e pergunta: - É este teu machado?. - Sim, responde o carpinteiro. Deus estava contente com a sinceridade do carpinteiro e o mandou de volta pra casa dando-lhe os 3 machados de presente. Ganhamos sempre quando somos honestos com nós mesmos e com os outros, quando usamos de "esperteza" ou desonestidade, podemos aqui e gora, mas, com certeza a lei de causa e feito irá nos cobrar um dia e acabamos perdendo muito mais do que quando pensamos ter ganhado. |
||||
|
|
|
|
||
|
|
||||
|
Noturna FM Frutal MG © 2005 2007 |
||||